Mapeamento Geológico para Mineração

MAPEAMENTO GEOLÓGICO

 

A ciência do mapeamento geológico consiste em cartografar as rochas, buscando elucidar sua disposição tridimensional, conjuntamente à compreensão de sua estratigrafia e a disposição das estruturas primárias e deformacionais presentes em uma área.

Mapear é tarefa que requer disposição física, conhecimento e experiência sobre litotipos e estruturas, principalmente quando voltado a ambientes mineralizados.

A escala de trabalho é fundamental. O objetivo da busca por determinados bens minerais, o tamanho da área, a fase da pesquisa mineral e o tempo disponível definirão o tipo de trabalho a ser feito, desde reconhecimento geológico, até mapeamento de detalhe em trincheiras, poços e galerias para fins de cubagem de depósitos minerais.

A Geologia BR dispõe de equipe jovem, disposta e treinada para tal, e é aconselhada por consultor experiente com mais de 30 anos de experiência na indústria mineral, assim como na docência em mapeamento geológico em Diamantina-MG e exploração mineral em variadas áreas do Brasil.

Reconhecimento Geológico

Envolve tanto trabalho de escritório com integração de dados regionais disponíveis (geofísica, geologia e geoquímica), quanto trabalhos de levantamentos de campo, em fase de reconhecimento, podendo-se aí incluir coletas de amostras tanto de rochas como de sedimento de corrente. Trata-se de trabalho mais expedito, em grandes perfis regionais, identificando as principais unidades, ocorrências, minas e escavações antigas, bem como localização de atividades garimpeiras. Eventualmente, poderá se fazer uso de sensoriamento remoto, para melhor entendimento da área e eventuais áreas potenciais. Escala de trabalho entre 1:250.000 e 1:50.000, ou ainda a critério do cliente e tamanho da área.

 

Prospecção Geológica

Trabalhos de mapeamento em semi-detalhe (de 1:25.000 a 1:5.000) incluindo mapeamento de picadas, estradas e afloramentos pertinentes à área, podendo-se incluir amostragem de solo e rocha, bem como geofísica terrestre. Mapeamento em prospecção geológica impõe-se em um detalhe maior, buscando-se catalogar mais de 85% dos afloramentos existentes na área, assim como integrar dados pré-existentes de pesquisas, tais como descrições de trincheiras, poços e sondagens.

 

 

Mapeamentos de detalhe

São trabalhos cuja escala pode atingir até 1:50, diferenciando-se os litotipos presentes, em precisão de centímetros, desde que expostos por obras de pesquisa mineral. Por exemplo:

 

- Trincheiras:

Mapeamento em escala 1:100 ou 1:50, em papel milimetrado, mostrando litotipos presentes, seus contatos em parede e piso, e descrição e aferição de estruturas presentes. Para tal, estando a trincheira aberta, faz-se um levantamento topográfico do perfil da trincheira, em precisão de centímetros, com uso de trena e bússola, e registra-se os contatos dos litotipos e locam-se as estruturas que se apresentam. Poderão ser incluídas a marcação de canais e sua respectiva amostragem.

 

- Frentes de lavra

Levantamento topográfico do perfil e/ou piso da frente de lavra,  marcação dos contatos minério/estéril ou detalha-se os litotipos, em escala entre 1:200 e 1:50. Poderão ser incluídas a marcação de canais e sua respectiva amostragem.

 

- Escavação de Minas a Céu Aberto

Mapeamentos de cavas de minas à céu aberto são elaboradas com serviços plani-altimétrico de topografia de detalhe e precisão, podendo-se incluir a localização de amostras coletadas e/ou demarcadas, e a cartografia de detalhe (de 1:1.000 a 1:250) dos litotipos mineralizados e encaixantes, bem como suas variações de alteração hidrotermal ou outros quesitos necessários a pedido do cliente.

 

- Subsolo

Mapeamentos de subsolo em escala entre 1:200 e 1:100, desde que já se tenha a topografia da galeria ou rampa, em projeção no plano de grade, segundo o mergulho (dip) ou plunge. Pode-se incluir os serviços de marcação de amostragem e a sua coleta.

Recentemente, em 2018, na região do Tapajós, ao sudoeste do estado do Pará, visitando e reconhecendo garimpos de ouro. No sul do Brasil, como consultor em dois projetos para ouro, na Mineração Tabiporã (Orogênico) e na Bacia de Castro (para ouro epitermal), além de pesquisas na Bacia do Camaquã no Rio Grande do Sul. Após 2009, ingressado na Universidade em São Paulo (IGc-USP), em tempo, em atividades ainda contínuas e de colaboração com empresas de mineração e exploração. No IGc-USP ministra as disciplinas de Exploração Mineral, Geologia Econômica, Gênese de Jazidas e Geologia do Espinhaço, já tendo treinado e orientado diversos alunos com trabalhos de conclusão de curso voltados para exploração mineral.

Ainda foi instrutor em cursos de treinamento de geólogos e técnicos de mineração para técnicas de campo de exploração mineral, mapeamento geológico e descrição de testemunhos de sondagem, participando de cursos de treinamento da ADIMB durante várias oportunidades, sob o tema Técnicas de Campo para Exploração Mineral, envolvendo temas de mapeamento geológico, mapeamento de trincheiras e cavas de mineração, prospecção por geoquímica de solos e sedimento de corrente e por concentrados de bateia.

Dr. Gustavo Correa de Abreu

Com 32 anos de experiência profissional, trabalha com exploração mineral desde 1998. Trabalhou em diferentes regiões do Brasil, principalmente para prospectos de ouro, bem como para metais básicos, minério de ferro e manganês, principalmente nas fases de pesquisa geológica de reconhecimento, prospecção de campo e programas de sondagem. Incluem também trabalhos em due diligence para avaliação de prospectos de ouro, minério de ferro, manganês e metais básicos.

Inicialmente, trabalhou no Quadrilátero Ferrífero por 3 anos, incluindo-se aí as áreas de estudos de mestrado e doutorado. Depois, por 8 anos na região Nordeste, principalmente na Bahia no Greenstone belt do Rio Itapicuru. Como experiência na Amazônia, houve 3 anos de trabalhos prospectivos e de sondagem exploratória na porção norte do estado de Mato Grosso (província de Alta Floresta) e sul do estado do Pará (província de Tapajós).

Mapeamento & Cartografia Geotécnica

Uma das diversas definições de cartografia geotécnica pode ser a representação gráfica das limitações e potencialidades do meio físico, na qual se traduz as informações dos elementos que o compõe, como a geologia, o solo, o relevo e seus respectivos comportamentos geotécnicos em uma determinada região. Essas informações podem variar de acordo com a aplicação e/ou objetivo para os quais o trabalho é elaborado, sendo representado por zonas de características homogêneas.


Cerri (1990) define a cartografia geotécnica como a representação das características do meio físico natural, associando os diferentes elementos que os compõem, como os tipos de solos, rochas, suas respectivas propriedades geológico-geotécnicas e geomorfológicas com os principais processos e alterações ocasionadas pelas obras de engenharia e os diferentes tipos de uso e ocupação do solo.

Exemplos de Mapas Geológico-Geotécnicos, elaborados pela Geologia BR:

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